Vida como cognição ou cognição como produção de si

Autores

  • Rodrigo Benevides Barbosa Gomes IFRN/UFSCar

Palavras-chave:

Autopoiese, Francisco Varela, Humberto Maturana, Filosofia da Biologia, Fenomenologia

Resumo

Segundo Humberto Maturana e Francisco Varela, a noção de autopoiese deve ser usada como critério de demarcação do vivente. Para além dos componentes físicos subjacentes a um organismo, afirma-se que a vida deve ser entendida em seu aspecto processual, onde a organização e autoprodução contínua da totalidade material de um sistema vivo seja considerada como o aspecto central para a descrição do fenômeno biológico. O artigo, portanto, visa apresentar o argumento geral da tese de Maturana & Varela (1997).

Biografia do Autor

Rodrigo Benevides Barbosa Gomes, IFRN/UFSCar

Doutorando no curso de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) sob orientação do Prof. Dr. Luiz Damon Santos Moutinho na linha de pesquisa "Estrutura e Gênese do Conceito de Subjetividade". Mestre em Filosofia pela UFC (Universidade Federal do Ceará) sob orientação do Prof. Dr. Ivanhoé Albuquerque Leal na linha de pesquisa "Filosofia da Linguagem e do Conhecimento". Licenciado em Filosofia pela UFC (Universidade Federal do Ceará). Possui interesse nas áreas de Ontologia, Metafísica, Epistemologia, Fenomenologia e Ciências Cognitivas. Atualmente exerce a função de Professor Substituto no IFRN (Instituto Federal do Rio Grande do Norte).

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Publicado

2021-03-23

Como Citar

Gomes, R. B. B. (2021). Vida como cognição ou cognição como produção de si. Revista Helius, 3(2, fasc. 2), 1156–1182. Recuperado de //helius.uvanet.br/index.php/helius/article/view/190

Edição

Seção

Artigos do Dossiê